Prefácio: What's up, doc???

Cada dia que passa, aprender a língua inglesa tornar-se importante. Seja por questões de trabalho, de estudos ou pela própria onda de globalização, a verdade é que a língua inglesa ganha importância como uma língua franca, o latim do tempos contemporâneos. E como o estudante de Letras/Inglês se enquandra dentro deste novo mundo??? Com a velocidade e o volume cada vez mais crescente de informações, a sala de aula em se já não basta apenas local de aquisição de informações. Acompanhar as tendências que ajudem na sua formação implica hoje usar outros espaços e momentos. Para isso que surge este blog, como outro local onde os alunos de Letras/Inglês da UNEB (Campus 01) possam dividir e debater opiniões acerca dos temas do nosso curso.
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setembro 21, 2008

Uso de blogs no ensino da língua Inglesa

USO DE BLOGS NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA
(slides do trabalho de Ricardo Vidal sobre blog, apresentado na disciplina "Tec. Aplicada ao Ensino")

Definição de Blog
•Etimologia: WEB+LOG. Web = teia (no caso, WWW, teia de alcance global) e LOG (diário de bordo, registro de vôo, registro de desempenho). Mais tarde, reduzido para BLOG, por conta da expressão “We Blog”.
•Um weblog (ou blog) é uma página da World Wide Web, cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos de tamanho variável (chamados "posts”).
•Os “posts” são organizados cronologicamente de forma inversa, costumam abordar a temática do blog, e podem ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.
•Os sistemas de criação e edição de blogs são mais atrativos por causa das facilidades que oferecem (dispensa o conhecimento de HTML).

Diferenças Blog/HTML
website padrão.

1.Webdesigner concebe o conteúdo da página
2.Trabalha no editor de website
3.Transferência do(s) arquivo(s) para servidor de hospedagem via FTP (File Transfer Protocol)
4.Página a disposição na World Wide Web
OBS: Necessita conhecimentos básicos de HTML (HiperText Markup Language). Melhor se dominar também JAVA, animações em Flash, etc
blog.
1. Webdesigner concebe o conteúdo da página
2.Trabalha no blogware, telefone celular ou próprio portal do Blog
3.Transferência imediata na World Wide Web
OBS 01: Elimina a etapa do uso do programa de FTP.
OBS 02: Dispensa os conhecimentos básicos de HTML (Hiper Text Markup Language), JAVA, Flash, etc

Componentes de Blog
•BLOGUEIRO: Autor(es)/Proprietário(s) do blog.
•POST: Entrada de texto efetuado no blog e escrito pelo blogueiro.
•COMENTÁRIOS: Parte interativa do blog, onde os visitantes comentam, opinam, critiquem e mandam sugestões ao blog.
•PERMALINK:é um URL que aponta para uma postagem específica de um blog. O intuito dele é permitir que se chegue diretamente ao post desejado quando se faz referência a alguma postagem ou a um conteúdo específico, tornando imediato o acesso ao conteúdo referenciado.
•EXTRAS: demais acessórios (Applets Java, Animações em Flash, enquetes, etc) colocados a mais no blog.

Blog, segundo Ricardo Noblat
Entrevista de Ricardo Noblat à Playboy, (outubro/2005)
" Essa coisa é uma coisa fascinamente. O blog não é só o dono. É uma comunidade que se monta, se arma, se reúne e ajuda, os comentários que essas pessoas põem, as dicas que me enviam."

Evolução do Blog
•PRIMÓRDIOS 1983-1994. “Online Diary” e “Escribicionists”. Época das BBS, Usenet, Gopher Protocol e Finger Protocol (Pré-HTTP).
•1994. Primeiros blogs modernos. “Open-pages webring”, Justin Hall, Jerry Pournelle. Posts colocados manualmente via HTML.
•1997. Jorn Barger (criador do “Robot Wisdon” / www.robotwisdon.com ) cunha o termo “Weblog”. Aplicado inicialmente para tipo de página de links.
•1998. aparecimento do primeiro software para blog (blogware) “Open Diary” em outubro.
•SALTO QUALITATIVO 1999. 01) Peter Merholz transforma “Weblog” em “Blog” quando colocara expressão “We BLOG” no barra de título de sua página “http://peterme.com” (Abril/Maio). 02) Surge de outros blogwares: “LiveJournal” (Março) e “Blogger” (Agosto). 03) Aparecimento do termo “Blogosfera”, inicialmente como piada.
•2001. As faculdades de jornalismo (inclusive a UFBA, com Prof. Dr. André Lemos) começam as primeiras pesquisas sobre Blogs e Blogosfera. Surgimento dos primeiros blogs políticos e jornalísticos no mundo.
•2002. O termo “Blogosfera” ressurge, dentro do conceito moderno de comunidade.
•2005. Blog do Noblat ganha notoriedade pela cobertura da crise do Mensalão.
•2006. Primeira eleição do Brasil influenciada pelos weblogs. A blogosfera brasileira ajuda na reeleição de Lula, fazendo a guerrilha de contra-informação à “grande mídia”.

Blogosfera
Blogosfera é o termo coletivo que compreende todos os blogs como uma comunidade ou rede social. Muitos blogs estão densamente interconectados; blogueiros lêem os blogs uns dos outros, criam links para os mesmos, referem-se a eles na sua própria escrita, e postam comentários nos blogs uns dos outros. Por causa disso, os blogs interconectados criaram sua própria cultura.
Outros termos: "Blogtopia", "Bloguespaço", "Bloguiverso", "Blogsilvânia" e "Bloguistão".
Semelhança com as expressões “Logosfera” (mundo das palavras) e “Noosfera” (Mundo das Idéias)
O termo "blogosfera" pode ser qualificado. Pode-se falar da "blogosfera lusófona", da "blogosfera de esquerda“, “Bloggernacle”(Mórmon), “J-blogosfera” (judaica), “St. Blog’s Parich” (católica), “Edublogosfera” etc.
“Blógobulo” / “Bloguesia” – críticas à Blogosfera

Tipos de Blog
•DERIVADOS DO BLOG: “FLOG / FOTOLOG” – Blog de fotos, “AUDIOBLOG” – Blog de áudio , “VLOG / VIDEOLOG” – Blog de vídeos, “MOBLOG” Blog alimentado por telefone celular, BLOGCAST – Blog + Podcast, “BLIKI / BLOKI / WIKIBLOG” – Blog + Wiki.
•DIÁRIO ON-LINE / CYBERDIÁRIO / BLOG PESSOAL: “Bruna Surfisitinha”, “Sutiã 44”, “Pelas Tabelas”, “Carol Castro” e “Joana Balaguer” (dois últimos, no Bloglog)
•BLOG JORNALÍSTICO: “Blog do Noblat” & “Sexpedia – Flávia Colavitti”
•BLOG HUMORÍSTICO: “Kibeloco” & “Atrocidades / Nizo Neto”
•BLOG CORPORATIVO: (Sexpedia, inicialmente, como parte da revista Galileu)
•BLOG POLÍTICO: “Hemodiálise do Discurso” – Carlos Eduardo Oliveira
•BLOG LITERÁRIO: “Castelo do Bardo Celta” (www.bardocelta.blogspot.com) , “Silva Horrida – Guia de Cidade”, “Andréia del Fuego” & “Ângelo Paraíso Martins”
•BLOG EDUCATIVO OU EDUBLOG : “Unebian_Blog” & “English Teaching” – Profa. Isolda Lisboa.

Edublogs
EDUBLOG ou BLOG EDUCATIVO é todo tipo de blog cujo interesse é voltado à educação. Podem incluir nesta categoria: blogs escrito por ou para professores, blogs sobre política educacional ou blogs cujo propósito seja passar o conteúdo na sala de aula.

Blog na Sala de Aula
•CONSULTA DE TEXTOS AUTÊNTICOS: Da mesma forma que um professor usaria um site “normal” para que os alunos sejam expostos a língua inglesa, o professor usaria um blog.
•APOSTILA ELETRÔNICA: O professor edita sozinho o blog com os assuntos que serão dados nas aulas. Os alunos podem acompanhar seja durante da aula, seja no período extra-classe. A interação com os alunos ficam limitada ao setor “comentários”.
•MURAL-COMUNIDADE: Professor e alunos são co-editores do blog da disciplina. O blog serve como extensão da sala de aula, em que os alunos comentam sobre a aula, tiram dúvidas, colocam notícias... Serve como “diário da disciplina”.
•BLOG – AVALIAÇÃO 01: Os alunos se cadastravam no blog da disciplina. Regulamente o professor passa como atividade para algum tipo de questão que será escrita via Blog. Exemplo da Disciplina “Comunicação e Informática” na FACOM-UFBA em 2001, com prof. Dr. André Lemos.
•BLOG – AVALIAÇÃO 02: Learning Log Digital (para turmas pequenas). No início da unidade, o professor pedem que os alunos criem um blog em que eles farão uma resenha das aulas. O professor daria os prazos e acompanharia os blogs.
•BLOG – AVALIAÇÃO 03: Blog-Seminário. Os alunos criariam em equipe um blog (segundo as especificações do professor) com o tema da pesquisa. Mas tarde apresentariam os resultados para a turma num seminário. Exemplo de alguns blogs organizados pelos alunos do COESVA (Colégio Estadual de Valença).
Alguns motivos para o uso do Blog na sala de aula
•A “web” é uma ótima ferramenta para compartilhar conhecimento.
•Escrever sobre algo, implica em reflexão e crítica, o que é fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
•Desenvolver a habilidade de gerenciar informação.
•Desenvolver a habilidade de transformar informação em conhecimento.
•Evitar o retrabalho docente. Uma vez publicado você só precisa aperfeiçoar!!!
•Desenvolver o espírito de colaboração(aprender a conviver) ]

Frequently Asked Questions
•BLOG É COMPLICADOS E OS ALUNOS NÃO ESTÃO PREPARADOS. Se o professor não estiver seguro, pergunte antes para a turma se eles conhecem o que é um blog. Não espante, contudo, se os alunos disserem que sim e citarem que mantém blogs pessoais!! Depois, a tecnologia do blog é simples: é só um meio mais rápido de editar uma pagina na WEB e prescinde dos conhecimentos básicos de HTML
•COMO OS ALUNOS PODERAM ACESSAR O BLOG? O blog, no fundo, é uma página da internet. Sendo assim, eles podem acessar através de um navegador / Broswer
•ONDE OS ALUNOS DA REDE PÚBLICA PODEM EDITAR O BLOG? Se não puderem acessar em casa ou na escola, eles podem usar os serviços de uma LAN-House. Também podem usar o telefone celular para mandar os posts. Vamos ser francos, é mais fácil os professores da rede pública de ensino desconhecerem as potencialidades da internet dos que esta geração mais nova, que hoje estão nos bancos da sala de aula. Eles não podem ter o acesso a tecnologia de ponta, mas alguma eles já conhecem e põem em prática.

setembro 10, 2008

Sobre contos - uma resposta ao Exmo Cristiano Lombardi

(aproveitando para exercitar meu lado "Mr. Hyde" no blog... depois retornarei como "Dr. Jekyll")

Caro Sir Cristiano Lombardi

No post "What is short-story?" (http://unebian.blogspot.com/2008/09/what-is-short-story-there-are-many-ways.html), o Exmo Sr. Cristiano Lombardi presentou sua visão, um ensaio sobre uma teoria do Conto. Concordo que o trabalho é bem escrito e fundamentado. Embora eu reconheça que ele colocou a questão é ótimos termos, não posso deixar de expressar minhas discordâncias em alguns pontos.

O Exmo. crítico literário está certo quando coloca que é difícil definir o gênero "conto" somente em aspectos númericos. Como diz o prof. John Keating, literatura não é algo que se meça em números ou que uma pessoa possa dizer "Gostei de Byron mas ele não serve para dançar". Todavia, apesar de reconhecer que conto ou "short-story" seja definada pelo número de palavras, sua análise acabou caindo mais pelos aspectos "quantitativos" do conto do que pelo aspectos "qualitativos". Observemos alguns pontos.

Após analisar (e refutar) nos dois primeiros parágrafos "possíveis definições" de contos baseados em números de palavras, no terceiro parágrafo Dr. Cristiano analisa o conto a partir do ponto de vista da brevidade. Assim, considerando o fato de um conto apresenta poucos personagens e que o enredo é menor (geralmente mudanças do status quo), ele aborda estas questões como pontos que delimitam o tema e conclui, de forma magistral (devo admitir) em que conto seria aquilo que o estilo do escritor e a aprovoção do leitor achar que deva ser um conto.

Pois bem, os pontos levantados pelo Dr. Cristiano apenas tangenciam algumas características externas do conto. Porém, se perscrutarmos mais o assunto, podemos observar o conto possui três características essenciais: Exatidão, Leveza e Rapidez. E estas irão determinar a brevidade do gênero.

A exatidão do conto está na sua linguagem. Mesmo sem perder a docelidade da poesia, ele precisa ser mais exata, conduzir o leitor direto ao ponto. No romance ou na peça de teatro pode-se haver pequenas disgressões ou ser construídos como desvios de percursos (como no caso da "Insustentável Leveza do Ser" de Milan Kundera, cujo começo é disgressão filósofica sobre Nietzsche que norteiará toda a trama psoterior da obra). No conto, não. Ou dizendo de outra forma, um romance permiti-se a análise. No conto existe a síntese. E a síntese só reside com palavras exatas, que já aponte mais ou menos o caminho. Fora disso, existeria então outros gênero: prosa poética, crônica, ensaio (no sentido original da palavra).

A rapidez no conto está na sua leitura. Um conto deve ser lido numa sentada (disse Edgar Allan Poe, citado pelo Dr. Cristiano Lombardi), dentro de um único resfôlego. Por isso que raramente encontramos capítulos num conto. Se um romance pode ser lido aos poucos, com pausas; no conto o leitor deve ser agarrado pelo colarinho e ser abandonado apenas no final da leitura. Um bom conto deve ser estruturado para que o leitor não pare no meio para reflitir. O conto deve levar a uma reflexão de conjunto, não de partes. Quando isso acontece (exceto nas leituras profissionais dos críticos), o conto perde sua característica para assumir a de outros gêneros literários: novela, mini-romance, prosa poética, monólogo teatral.

Finalmente, há a leveza: um conto é uma narrativa leve e ágil, como uma polaroid ou uma explosão fulgurante. Denso ou não, o enredo do conto deve sr construído dentro da leveza, com agildade de encadeamento. Sendo assim, com o enredo ágil e leve, construído com palavras exatas, chage-se a rapidez de leitura do conto. Talvez amelhor metáfora do conto seja a pérola, comparada ao diamante. Um romance pode ser um diamante tão grande como o hotel Ritz, por suas características. Já o conto deve ter a leveza e a circularidade de uma pérola. Se um diamante pode ser multifacetado, o conto é redondo e leve o suficiente para ser carregado no pescoço ou no dedo do leitor.

Estas três características, na minha opinião, é que estão na base do gênero conto: Leveza, Exatidão e Rapidez. E consequentemente irá resultar em brevidade e outros aspectos levantados por Cristiano.

Em suma, minha discordância quanto a posição de Cristiano, no seu ensaio "What is a short-story?", está no ponto de partida para análise. O nobre colega Dr. Cristiano partiu da brevidade para definir o gênero. Só que começou exatamente na sua conseqüência, sem perceber que o gênero possui outros pontos mais profundos. Por isso que sua conclusão acabou jogando nas mãos do escritores e dos leitores a definição do gênero, quando estas já estavam dadas a priori pelas características supracitadas.

Mas essas são apenas conclusões provisórias tiradas por mim. Espero a defesa do Dr. Cristiano sobre minhas objeções, que, creio eu, será relevante e agradáveis para o nosso debate.

Vosso amigo e olega de estados literários

Herr Doktor Xosé Ricardo, Ph.D.

o valor da reprodução da arte

BENJAMIN, Walter. In: - Magia e Técnica Arte e Política; Ensaios sobre Literatura e História da Cultura. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. (obras escolhidas, v. 1).
Mensagem principal: As teses sobre as tendências evolutivas da arte, nas atuais condições de produção.

Ao longo dos anos as técnicas de reprodução como a xilografia e litografia foram ultrapassadas pela fotografia. A reprodução técnica da arte atingiu certo padrão de qualidade quando a reprodução técnica do som iniciou-se no fim do século passado. Quanto à sua autenticidade, nela está a tradição que identifica o objeto da obra de arte e a reprodução técnica tem mais autonomia que a reprodução manual. Além disso, a reprodução técnica também tem o poder de aproximar do individuo a obra através da cópia do original e a depender da sua materialidade perde-se o seu peso tradicional principalmente quando ela se esquiva do homem através da reprodução. O agente mais poderoso desse processo é o cinema, pois coloca em liquidação o valor tradicional do patrimônio da cultura visto que todos os mitos da religião ou da história podem ser reproduzidos. Se aura é a aparição única de uma coisa distante, por mais perto que ela esteja, graças à reprodução, ela tem sido destruída por meio da percepção do homem em relação à arte.

agosto 28, 2008

Less than a Pearl A Brief Essay about Short-Stories

Salvador, 15 de agosto de 2006

“Less than a pearl in a sea of stars” – Roma Ryan and Enya

By the common sense, Short-Story is a brief narrative in prose which is less than a pearl. A novel may be a diamond as big as the Ritz – never a short-story; it will have all the characteristics of a novel, however in a small scale: the time will be briefer and plot will have few events. But, how long must the short-story be? Or, is the size the only characteristic that determinates a short-story? What must other characteristics have a short-story?

About how long (or short) could be a short-story, we have different statements. Looking up the definition of Cambridge Advanced Dictionary (2nd Ed.), the short-story will have about 10,000 words in length. A group of authors prefers to determine the size of a short-story in 7,500 words; other group, in 15,000. In another word, a short-story would have 05 pages so far and the story has only chapters. But we have long short-story that have 10, 15, up to 30 pages!!! For example these long short-stories we have “Financing Finnegan” by Scott Fitzgerald that has about 10 pages, “Boule de Suif” by Guy de Maupassant that has about 33 pages and “O Alienista” by Machado de Assis that has about 38 pages. In another case, there is short-story that has less than half a page, as some texts of Inácio de Loyolla Brandão and Evandro Affonso Ferreira (Grogotó’s author). The number of pages does not determinate how short a short-story is. As Edgar Allan Poe said, this size of short-story will be the one you can read in one sit.

If the size is not an exact answer about short-story, we need to see other characteristics. In general, a short-story is a narrative as the play, the soap-opera, the myth, the novel, the fable, the news story and some chronicles. The short-story has an action or event that happens with a group of characters, in a defined place during a fragment of time. The specific point is HOW I do this narrative if I want to write a short-story. Some authors (like Cortázar) understand that the short-story must be a Polaroid, a frame of the reality portrayed in a small narration. Others writers (like Poe) think that short-story’s specificity is in your effect. Or better, in an economy of literary ways which an author use the minimum of writing’s resources to goal a maximum of effect. All these approaches give some clues and clarify the question. A short-story is cutting of the reality that the author needs to be economic with his/her pen. It can be completed indicating three more: Exactitude, Lightness and Quickness. These characteristics are used with the same meaning used by Ítalo Calvino in “Six Memos for the Next Millennium”: First, short-story must be light as agile and unforeseen jump. Its plot needs to be agile if it wants be a Polaroid. The short-story may be condensed or soft in its plot, but, always agile. Second, a short-story must be quick in your reading, like a sudden fulguration. So, the reader may read the story in one reading. Last, the short-story’s language must be the most precise and may translate all the faces of thought and imagination. So, with this language, a short-story can have the economy of literary ways.

So, a short-story may be defined as a brief, light, quick and precise narrative in prose that has one and single effect. A story is less and perfect than a peal in the sea of Literature.

Reference
GOTLIB, Nádia Batella. Teoria do Conto. 10ª ed. São Paulo: Ática, 2004 (Série Princípios). CALVINO, Ítalo. Seis propostas pra o novo milênio. Apud. GOMES, Goulart. Poetrix: uma proposta pra o novo milênio. Iararana, Salvador: Aleiton Fonseca e Carlos Ribeiro, Ano VI, nº. 09, p. 72, ago. 2006.
(agradecimentos a profa Sílvia Sousa ao me ajudar na correção do texto em inglês)

Leituras Sugeridas

  • Antoine Compangon - O Demônio da Teoria / Literatura e senso comum
  • Silviano Santiago - Nas Malhas da Letra
  • Tania Franco Carvalhal - Literatura Comparada (série Princípios)
  • Angélica Soares - Gêneros Literários (série Princípios)
  • Ligia Chiappini Moraes Leite - O Foco Narrativo (série Princípios)
  • Nádia Battella Gotlib - Teoria do Conto (série Princípios)
  • Edwin Gentzler - Contemporary Translation Theories
  • Ferdinand de Saussure - Curso de Lingüística Geral
  • Renata Pallottini - Introdução à Dramaturgia (série Princípios)
  • Merchè Pujol Berché, Luci Nussbaum e Miquel Llobera - Adquisición de Lenguas Extranjeras: Perspectivas Actuales en Europa
  • Michael McCarthy - Discourse Analysis for Language Teachers